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Espaço Cultural

A perseguição não diminuiu na Arábia Saudita

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A Arábia Saudita foi da segunda para a terceira posição na classificação de países por perseguição. Isso não significa que a situação da liberdade religiosa no país tenha melhorado. O número menor de pontos foi causado pela ausência de relatos de cristãos assassinados ou agredidos. Houve só um caso de prisão: um pároco estrangeiro sentiu-se obrigado a abandonar o país depois de receber ameaças de morte, algumas da própria mutaween, a polícia religiosa saudita.

Não há liberdade religiosa existe no reino saudita, onde só se permite que cidadãos tenham uma religião: o islamismo. Não há garantias legais de liberdade religiosa. O sistema legal é baseado na sharia (lei Islâmica). A apostasia (converter-se a outra religião) é punível com morte se o acusado não se retratar.

Embora o governo reconheça o direito dos não muçulmanos de cultuar em particular, o culto público não muçulmano é proibido.

Os não muçulmanos que realizam tais atividades correm risco de serem detidos, açoitados, deportados e, às vezes, torturados. Ex-muçulmanos também correm risco de serem mortos pelos próprios parentes, para limpar o nome da família.

Pedidos de oração

•    Os muçulmanos convertidos ao cristianismo são vítimas das piores punições. Um saudita convertido ao cristianismo é considerado um apóstata e pode ser punido com a pena de morte. O rei mantém uma polícia religiosa secreta extremamente comprometida com a manutenção da tradição islâmica. Os muçulmanos que se interessam pelo cristianismo enfrentam severas consequências, entre as quais a mais branda é o completo isolamento de familiares, amigos, colegas de trabalho e da própria sociedade. Ore e peça que Deus dê coragem aos novos convertidos, capacitando-os a enfrentar a perseguição pelo amor ao evangelho.

•    A Igreja não pode evangelizar. A literatura cristã é terminantemente proibida e visitantes não muçulmanos não podem adentrar os limites da cidade sagrada de Meca sob pena de condenação à morte.

tradução: Missão Portas Abertas


Autoridades norte-coreanas libertam missionário

id1274_1028O grupo CSW recebeu com prazer a notícia da libertação do missionário coreano-americano preso na Coreia do Norte, mas pede que a comunidade internacional intensifique a pressão sobre o país, em favor da libertação dos 200.000 prisioneiros que padecem nos campos de trabalho forçado da Coreia do Norte.

De acordo com informações internacionais, Robert Park foi considerado pálido e enfraquecido por sua família no aeroporto internacional de Los Angeles neste fim de semana.

“Celebramos a libertação, pela Coreia do Norte, de Robert Park, que chegou a Pequim esta manhã Park é ajudado por agentes consulares da embaixada, enquanto se prepara para voltar, ainda hoje, aos Estados Unidos”, declarou à AFP Susan Stevenson, porta-voz da embaixada americana em Pequim.

O americano, de 28 anos, que vive em Tucson (Arizona, sudoeste dos EUA), desembarcou na manhã deste sábado no aeroporto da capital chinesa, procedente de Pyongyang.

No dia 25 de dezembro ele atravessou o congelado rio Tumen, que separa a China da Coreia do Norte.

A associação “Vida e Liberdade para todos os norte-coreanos: 2009″, da qual ele é membro, informou que o americano tinha uma mensagem para o presidente norte-coreano Kim Jong-il, com pedidos de libertação para os presos políticos e a adoção de medidas para garantir melhores condições de vida e mais proteção aos direitos humanos no país.

A diplomacia americana informou na sexta-feira que a libertação de Park não foi objeto de negociação.

“A Coreia do Norte decidiu, com indulgência, perdoar e libertá-lo, depois de ter levado em consideração sua confissão e arrependimento sincero”, afirmava um comunicado oficial divulgado na sexta-feira pela agência oficial KCNA.

A agência também divulgou o que apresentou como uma entrevista de Robert Park, que afirma ter sido “enganado” pela “propaganda” ocidental contra a Coreia do Norte.

“Cruzei a fronteira devido a minha compreensão ruim da República Democrática Popular da Coreia do Norte (DPRK), produto da propaganda falsa que é feita no Ocidente para prejudicar a imagem do regime”, declarou o missionário, segundo a KCNA.

De acordo com a suposta entrevista, Park afirma que foi tratado de “forma cuidadosa” e reconhece que “a liberdade religiosa está plenamente garantida na Coreia do Norte”.

Militantes dos direitos humanos, no entanto, duvidaram da entrevista e afirmaram que Park falou sob ameaças.

Ao chegar a Pequim, Park não fez declarações à imprensa.

Um segundo cidadão americano foi detido em 25 de janeiro por ter entrado ilegalmente na Coreia do Norte, informou Pyongyang no fim de janeiro.

Mervyn Thomas, chefe executivo do CSW, disse: “A libertação de Robert Park deve ser vista à luz do terrível histórico de direitos humanos da Coreia do Norte, em que missionários foram soltos após fazer falsas confissões sob tortura e subjugação.

Com informações da AFP

Tradução: Missão Portas Abertas


Crepúsculo

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A história da adolescente Bella apaixonada por um vampiro bonzinho e cujo melhor amigo é um lobisomem, virou febre mundial. De Seattle a São Paulo, de Tokyo a Sidney, em todo o mundo, pré-adolescentes e adolescentes (principalmente do sexo feminino) estão caindo de cabeça na série de livros e filmes Crepúsculo. Em meio a febre, muitos pais cristãos ficam preocupados com o que seus filhos estão lendo e assistindo. Melissa Metler, missionária do Steiger na Alemanha, escreveu um artigo com algumas perguntas interessantes sobre este assunto que desejo compartilhar e comentar abaixo.

Estamos preocupados por causa da “febre” em si?
Essa febre mundial entre crianças e adolescentes sobre um livro/filme não é nova. Há poucos anos era Harry Potter. Depois High School Musical. Agora é a vez de Crepúsculo. Beatles, Bee Gees, New Kids on the Block, Backstreet Boys, Jonas Brothers, de tempos em tempos aparece uma banda ou grupo que cativa o coração de jovens e adolescentes. “Na comunidade global, os modismos chegam mais rapidamente e com maior impacto do que era comum no mundo baseado puramente na escrita,” aponta Melissa.

Estamos perturbados por causa da obsessão que os livros parecem produzir em seus leitores?
Livros como os da série Crepúsculo são escritos de forma a cativar o leitor, por meio de uma trama, de um suspense, que faz com alguém não desgrude até chegar ao fim da história. E, como um passeio por um parque de diversões da Universal Studios ou da Disney, muitas vezes, ao se chegar ao fim, sente-se o desejo de começar tudo de novo. Mas sempre que houver um interesse obssessivo pela história, levando o leitor a misturar a ficção com a realidade, então pode ser necessário haver algum tipo de intervenção por parte dos pais.

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Estamos incomodados por causa dos personagens da história?
Histórias com vampiros e lobisomens podem incomodar certos pais (principalmente cristãos). Posso até imaginar alguns dizendo: “Isso é coisa do diabo!”, “Tá amarrado!” ou qualquer outro jargão do gênero. Devemos nos lembrar que o livro é uma ficção escrito por alguém com o que me parece alguns valores judaico-cristão. Por isso, apesar de ser uma história de vampiros e lobisomens, Crepúsculo retrata uma família de vampiros bons que resistem a tentação de matar seres humanos e têm uma “dieta vegetariana” se alimentando apenas de animais, enquanto há outros vampiros maus que se entregam ao desejo pelo sangue humano e matam todos os que cruzam seu caminho. Na verdade, Crepúsculo é muito mais do que uma história de vampiros e lobisomens, é uma história sobre relacionamentos, escolhas e consequências.

Estamos incomodados por causa da temática da história?
Na trama de Crepúsculo, a adolescente Bella se apaixona pelo vampiro bonzinho Edward e inicia um relacionamento perigoso com ele e sua família de vampiros. Bella deseja uma relação sexual com Edward, mas ele resiste por acreditar que sexo deve ser reservado para o casamento. Isso é bem diferente de quase tudo o que os jovens e adolescentes estão ouvindo hoje em dia. Na realidade, Crepúsculo abre portas para bons diálogos sobre diversas questões enfrentadas pelos adolescentes nos dias de hoje. A escritora Beth Felker Jones escreveu o livro Touched by a Vampire na tentativa de guiar os pais neste diálogo. Ou seja, a mesma temática que incomoda pode servir de ponte para discussões profundas sobre amor, romance, relacionamentos, sexo, família, imortalidade, etc., usando como pano de fundo a série Crepúsculo.

Como pais de uma pré-adolescente, minha esposa e eu assistimos o primeiro filme com nossa filha (e minha esposa assistiu o segundo com ela, enquanto eu apenas li o segundo livro). Nossa visão é que, melhor do que demonizar uma série, parece mais produtivo caminhar junto com nossos filhos e usar de séries de livros e filmes para discutirmos juntos assuntos relevantes sobre nossa fé em particular e a vida de um modo geral.

Sandro Baggio

Fonte: http://www.sandrobaggio.com/2009/12/02/crepusculo/


Aonde vamos parar? – Pulseira do Sexo

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À primeira vista, uma colorida pulseira de plástico nos pulsos de crianças parece inocente.

Mas na realidade elas são um código para as suas experiências sexuais, onde cada cor significa um grau de intimidade, desde um abraço até ao sexo propriamente dito.

Poderia confundir-se com mais uma daquelas modas que pega, uma vez que é usado por milhares em várias escolas primárias e preparatórias no Reino Unido e custam apenas uns centavos em qualquer banca ao virar da esquina.

Mas as diferentes cores das ditas pulseiras de plástico – preto, azul, vermelho, cor-de-rosa, roxo, laranja, amarelo, verde e dourado – mostra até que ponto os jovens estão dispostos a ir, se proporcionar, desde dar um beijo até fazer sexo.

Andam uns atrás dos outros nos recreios das escolas, na tentativa de rebentar uma das pulseiras. Quem a usava terá de “oferecer” o ato físico a que corresponde à cor. É o “último grito” do comportamento promíscuo que sugere, cada vez mais, que a inocência da infância pertence a um passado distante.

Quase tão chocante como as “festas arco-íris” – encontros com muito álcool e droga à mistura, em que as meninas usam batons de cores diferentes para deixar a “marca” nos rapazes após o sexo oral -, as “pulseiras do sexo”, que custam apenas um euro (um pacote com várias), têm um custo maior que foge ao alcance de muitos pais.

Significado das cores:

» Amarela – é a melhor porque significa das um abraço no rapaz;
» Laranja – significa uma “dentadinha do amor”;
» Roxa – já dá direito a um beijo com língua;
» Cor-de-rosa – a menina tem de lhe mostrar o peito;
» Vermelha – tem de lhe fazer uma lap dance;
» Azul – fazer sexo oral praticado pela menina;
» Verdes – são as dos chupões no pescoço;
» Preta – significa fazer sexo com o rapaz que arrebentar a pulseira;
» Dourada – fazer todos citados acima;

Símbolo de respeito

Como quase em tudo nestas idades, existe um estigma por detrás das pulseiras: quem não as usar é excluído e quem usar as cores preto e dourado é mais respeitado. “No meu grupo da escola, a líder – que serve de exemplo para todos – só usa pulseiras pretas e douradas. Todos os rapazes da minha turma usam pretas e se uma rapariga também usa, eles gostam todos dela”, conta a criança de 12 anos.

Shannel Johnson, de 32 anos, descobriu através da filha, de oito, o significado das pulseiras e admitiu ao The Sun que nunca suspeitaria do código subjacente. Quando a filha Harleigh lhe disse que se alguma rebentasse, tinha de fazer um “bebe com um rapaz”, Shannel teve uma conversa com a filha, chamando-a à realidade.

Esta mãe, preocupada, começou a pesquisar na Internet e descobriu sites onde se vendiam as pulseiras, grupos no Facebook e fóruns de menores a discutir quem usava que cores. Enquanto alguns pais já confiscaram as pulseiras, muitos continuam na ignorância do significado destes acessórios aparentemente da moda.


Oficina G3 ganha o Grammy Latino 2009.

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Após receber três indicações ao Grammy Latino, Juninho Afram, Jean Carllos, Duca Tambasco e Mauro Henrique conquistaram o Grammy Latino 2009. A banda Oficina G3 compareceu em peso à Las Vegas para a décima edição da premiação. Além dos integrantes do grupo, marcaram presença na cerimônia Alexandre Aposan (baterista), Ivan Miranda (empresário), Teka e Naomi (esposa e filha de Duca).oficina

Minutos antes do anúncio do vencedor, a apreensão era grande. Além do Oficina G3, disputaram o prêmio na categoria Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa Marina de Oliveira, Jozyanne, André Valadão e Régis Danese. Quando a apresentadora Bárbara Palácios pronuciou: Oficina G3, a celebração foi grande. “Estamos muito felizes. Esse prêmio representa muito para nós e queremos repartir e agradecer a todos os membros da academia do Grammy Latino, nossos familiares, nossos amigos, a nossa gravadora MK Music e a todos aqueles que acreditam no nosso trabalho. Que tudo isso aqui possa ser motivo de alegria pra galera do Brasil que está ligada. Dios bendiga”, declarou Juninho Afram durante o agradecimento na cerimônia com o gramofone nas mãos.

O Oficina G3 recebeu centenas de mensagens de congratulações pela internet: twitter, orkut, e através dos sites da banda e da MK Music, gravadora que conquista seu terceiro Grammy Latino. “Foi uma vitória merecida, a terceira indicação! Fico muito feliz porque eles trabalham muito. Achei justíssimo, embora o meu coração de mãe quisesse que a Marina ganhasse. Parabéns Oficina G3, vocês lutaram bravamente, e mereceram o Grammy”, declarou a presidente da gravadora, Yvelise de Oliveira ao jornalismo do Grupo MK, pelo rádio direto de Las Vegas.juninho

Texto retirado – www.mkpublicita.com.br


Curta uma boa música enquanto navega pelo nosso site…


Loucos, mas transformados: Rodolfo Abrantes e Catalau reencontram-se no Aramaçan

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Na apresentação dos cantores em clube de Santo André, aproximadamente 300 pessoas levantaram as mãos dispostas a entregar a vida a Jesus

“Eu lembro de ter cruzado com ele aqui nesses camarins muito ‘louco’, e poxa, hoje a gente poder estar junto aqui louvando a Deus é maravilhoso”, foi assim que o cantor Rodolfo Abrantes relembrou a noite na qual cruzou com Catalau, ex-vocalista da banda Golpe de Estado, quando ainda era vocalista dos Raimundos, em apresentação no Clube Atlético Aramaçan, em Santo André (SP). Na noite da última sexta-feira, dia 7 de agosto, eles estiveram juntos novamente e dessa vez buscaram transformar o palco em um altar. O evento, que reuniu mais de 3 mil jovens, foi idealizado pela igreja Bola de Neve em Santo André, liderada pelo pastor Giba, que iniciou a noite com uma oração. Ao final do show, uma moto foi sorteada.

Em entrevista ao Guia-me, Catalau contou que já havia perdido as contas de quantas vezes apresentou-se no Aramaçan, enquanto Golpe de Estado: “O Aramaçan foi tipo um QG do Golpe de Estado na época e foi gerada muita ‘morte’ aqui dentro, na minha vida e através da minha vida. Então, ver eu, o Rodolfo, essa galera que um dia esteve alucinada e dizendo ‘quebra tudo’, incitando a violência, incitando a droga, agora falando de Jeus, isso intriga o coração, a mente. As pessoas ficam assim: ‘O que está contecendo? O que esses caras estão fazendo?’ E o Espírito Santo vai agindo”.

Hoje pastor da igreja Bola de Neve em Boiçucanga, litoral paulista, Catalau entende que em eventos de evangelismo há uma batalha espiritual. “Está acontecendo uma luta espiritual hoje que vocês não têm idéia. Aqui foi um palco de morte que vai ser destronado, Deus fala que a nossa luta não é contra carne ou sangue, mas contra principados e potestades”. Sempre brincando, o músico desabafou: “Eu sou meio Paulo, Pedro foi conversar com os judeus, Paulo disse: ‘O que você está fazendo aí?’ Eu vejo a igreja meio Pedro. Se é para edificação do corpo chama outro, mas se for para tranqueira, me chama”.

Quebra-gelo

Para iniciar o evento, a banda convidada foi a The Enter Project. O grupo iniciou a apresentação com a canção “Don’t you, forget about me”, do grupo Simple Minds, trouxe canções próprias, todas em inglês, em um estilo rock dos anos 80, e encerrou com a música “In the name of love”, do U2. Para o vocalista do The Enter Project, Ched Warlynn, a banda foi responsável pelo “quebra-gelo”. “É uma questão de ministério, de chamado, o que Deus tem me falado é para eu ser sal, e o sal, se ele for insípido, não tem razão de ser. A luz tem que estar nas trevas, essa é a visão de Deus para minha vida. Eu quero quanto mais puder não estar dentro da igreja [...] Eu quero estar nos piores eventos do mundo”, apontou o cantor.

Reggae in rock

Assistindo a três apresentações de rock, Potira Freitas, back-vocal da banda de reggae Huts “Reobote Zion”, do ministério Bola de Neve em Santo André, afirmou que entre “irmãos” não há diferença de estilos musicais: “Não tem muito essa de tribo, só reggae, só rock, temos que conviver aqui na terra porque lá no céu também vamos conviver. Viemos para curtir o trabalho deles, que a gente gosta muito também. A essência da Reobote, como dessas três bandas, é o evangelismo, amor pelas vidas, levar o nome de Jesus a todas as tribos. Em outubro o lançamento do CD da Reobote vai acontecer um aqui”.

Noite de balada com Jesus

Uma das canções mais conhecidas da banda Golpe de Estado foi cantada pelo público do Aramaçan em uma nova versão. A canção que dizia “Porque é noite de balada, sorrisos na madrugada. Feliz, louca e embriagada” tornou-se “Porque é noite de balada, com Jesus na madrugada. Feliz, louca e abençoada”. “Continuo sendo mais ousado e extrovertido para que o nome de Jesus seja glorificado através de mim”, disse o ex-vocalista da banda Golpe de Estado aos presentes no evento da última sexta-feira. Catalau cantou música dos CDs “Jesus está voltando” e “Under The Blood” e gritou de braços abertos: “Eu sou livre”. “Nem todos os neurônios foram ressuscitados. Graças a Deus!”, brincou o músico.

Cantando por um novo motivo

Aguardado pelo público do Aramaçan, Rodolfo Abrantes fez questão de chamar a atenção para o foco do evento: “Você sabe por que está aqui hoje, né? Para glorificar o nome dele [...] Jesus, tu és o único, porque só tu és Deus e por isso nós te oferecemos palmas”. Rodolfo cantou canções dos CD’s “Santidade ao Senhor” e “Enquanto é dia”. “Enche este lugar com tesu anjos. Dá liberdade que eu preciso”, pediu o cantor a Deus. Na seqüência, ministrou a música “Ao redor do Rei”. Em sua apresentação, o ex-vocalista da banda secular Raimundos comentou que muitas vezes teve medo de divertir-se na presença de Deus. “Eu pensava que era oba-oba. Mas eu tenho motivos para sorrir. Hoje eu posso cantar por um motivo maior, Jesus”. E o público junto cantou, sem acompanhamento instrumental, o refrão da música ”Santidade ao Senhor”, que diz: “Meu dia melhor, tu és o motivo de eu me sentir cada vez mais vivo”.

Noite de culto

Há três meses freqüentando a igreja Bola de Neve em Santo André, Kátia Martins Navarro contou que antes de ir à igreja, já havia participado dos shows da banda de reggae Planta & Raiz, cujo vocalista é membro do ministério Bola de Neve. “Aqui também é um culto. É a visão da igreja, essa é a visão dos membros da igreja, estar sempre junto das pessoas, trazendo e ganhando mais vidas para Jesus. A galera é muito unida, você vê os jovens sempre louvando ao Senhor, com o coração cheio de alegria, então, é muito bom estar com essa galera. Estou muito, muito feliz”, comemorou Kátia.
No Aramaçan, muitos tomaram a decisão de Kátia. Rodolfo Abrantes falou ao público sobre a necessidade de se compreender que somente Jesus é Deus. O cantor convidou todos a estarem abertos para que o Senhor pudesse entrar em cada vida e garantiu que dessa forma, o sobrenatural aconteceria. Diante disso, aproximadamente 300 pessoas ergueram as mãos dispostas a viver essa experiência.

Fonte: Guia-me

Por Adriana Amorim


“É possível provar cientificamente que o mundo foi criado”, afirma cientista

Mundo Planeta Terra

Seguindo a linha criacionista, o Prof. Adauto Lourenço apresenta provas científicas que contestam teorias como a do Big Bang, evolucionismo e a datação da idade da Terra

A Terra possui um número muito grande de variáveis, perfeitamente balanceadas para que vida exista. Todos esses valores são apenas meras coincidências ou sinais de planejamento? Foi propondo questionamentos como este – a respeito das perfeitas condições para que haja vida na terra – que o cientista Adauto Lourenço ministrou uma palestra sobre criacionismo, no auditório da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Na ocasião, foram colocadas em debate duas conhecidas teorias a respeito da criação do mundo: criacionismo e evolucionismo.

Durante a exposição de seu tema, o professor e cientista criacionista lembrou que a cada pesquisa feita a respeito das condições para que haja vida na terra, são descobertos mais fatores fundamentais para confirmar o fenômeno. ”Se [a terra] fosse um pouco mais próxima do sol, a vida não existiria; um pouco mais distante do sol, a vida não existiria; girando um pouco mais rápido, a vida não existiria; girando um pouco mais devagar, a vida não existiria; se um pouco da proporção dos gases na atmosfera fosse mudada, a vida não existiria, e algumas poucas características dos solos fossem mudadas, a vida também não existiria. São vários fatores, praticamente todos eles, relacionados diretamente com a questão da existência da vida. Quando nós temos um número grande de coincidências, a probabilidade delas terem ocorrido simultaneamente, por meio de processos naturais, é muito pequena”, concluiu.

Teorias científicas como o Big Bang, a datação da idade da terra e a macro-evolução foram questionadas pelo cientista, que ainda chamou a atenção para a real complexidade do debate entre os dois temas. ”A situação torna-se um pouco mais complexa do que simplesmente olharmos o assunto e falarmos: ‘é uma discussão entre criação e evolução’. (…) Nós não conseguiríamos esclarecer tudo nesta tarde”, afirmou.

Big Bang
Citando os estudos feitos pelo Dr. Russell Humphreys, o professor Adauto expôs algumas descobertas feitas pelo pesquisador norte-americano, que resultam em provas que contradizem a teoria do Big Bang. Russel descobriu que as galáxias agrupam-se de acordo com a semelhança de seus desvios espectográficos. ”O trabalho que ele realizou a respeito disso foi fascinante, mostrando que existe a possibilidade altíssima do universo ter um centro e do centro estar muito próximo da nossa galáxia. Isso tem sido um ponto de muita discussão, principalmente no estudo feito com as galáxias, no qual 98% delas aparecem com a luz ligeiramente avermelhada. Esse desvio espectográfico pode ser interpretado como se elas estivessem se afastando de nós. Se o universo possui realmente uma direção preferencial, obviamente a teoria do Big Bang precisaria ser reformulada ou reposta. Segundo a teoria do Big Bang o universo não poderia ter uma direção preferencial”, explicou o criacionista.

A Terra é mais nova do que se imagina
O professor Adauto Lourenço também contestou a datação da idade da Terra. Segundo o palestrante, fatores como o constante distanciamento da Lua em relação à Terra ajudam a provar que esta não poderia ter os 4,6 bilhões de anos, como afirma a teoria evolucionista. O raciocínio apresentado pelo criacionista baseia-se em equações conhecidas pela Ciência e também aceitas pelos evolucionistas, considerando as seguintes evidências: o afastamento medido entre a Terra e Lua (3,82 cm por ano); distância entre a Terra e a Lua (praticamente 384,403 km); oscilação média das marés (0,75cm); tempo de rotação da Terra: (23h56min4,09s). ”Se fizermos um cálculo retroativo, sabendo que ela (a Lua) está se afastando, então, no passado, ela deveria estar pelo menos muito mais próxima da terra. (…) É interessante porque se contarmos há aproximadamente um bilhão de anos, a Lua estaria há menos de 15 mil quilômetros da Terra. Isso implica que se a Terra já tivesse oceanos, a altura média da maré seria e 11.700 metros e sua rotação há praticamente 1,2 bilhão de anos seria de 4h57min. Vida não teria existido nessas condições”, concluiu.

Como falar do planeta Terra há quatro bilhões de anos?  Esta foi a pergunta feita ao final de sua explanação a respeito do distanciamento entre a Terra e a Lua. O palestrante expôs o fato de não haver a possibilidade de vida ter existido na Terra há aproximadamente 4 bilhões de anos. ”Sei que existem várias teorias a respeito da origem da Lua. Mas a órbita da Lua em relação a terra é muito circular. Se ela tivesse sido literalmente capturada pela Terra, ela teria que ter uma velocidade muito pequena ao passar pela proximidades da Terra para ser capturada pelo campo gravitacional. Praticamente, os modelos que têm sido utilizados mostram que quatro bilhões de anos não teriam dado tempo nem que ela estivesse na órbita atual. Este é apenas um dos muitos problemas a serem trabalhados, relacionados com a datação. Como explicar vida no planeta terra a 3,5 bilhões de anos? Num sistema como esse, de placas tectônicas com uma proximidade tão grande da Lua, elas se partiriam. Nós teríamos praticamente sistemas que, tecnicamente estariam flutuando dentro de lava / magma”, lembrou.

Dificuldades
Em entrevista exclusiva ao Guia-me, Adauto falou mais sobre as dificuldades de se instalar um ensino criacionista nas escolas brasileiras e quais fatores podem ser listados como barreiras ao criacionismo. Segundo o cientista, as críticas direcionadas à posição criacionista estão sendo feitas de forma errada. Avalia-se o criacionismo, baseando-se nas suas implicações religiosas e não pelas suas propostas científicas. “A parte religiosa não é testável. (…)O criacionismo trabalha especificamente nesta questão: ‘É possível provar cientificamente que o mundo foi criado? Sim!’; ‘É possível provar cientificamente quem criou o mundo? Não!’ Portanto, dizer que o criacionismo está tentando provar que Deus criou o mundo, não é verdade”, atestou o pesquisador.

Erros nas tentativas de se colocar o ensino criacionista nas instituições educacionais também foram apontados por Adauto Lourenço. O cientista afirmou que o criacionismo deve ser tido sempre como uma linha científica. ”Realmente, eu não posso numa aula de biologia – que é uma aula de ciência – ensinar que Deus criou o mundo. Na aula de biologia, eu tenho que ensinar como a vida teria surgido e como ela teria se desenvolvido. Agora, é possível mostrar que a vida foi criada pronta, completa, complexa, com uma capacidade de adaptação básica? Claro que sim. Temos evidência para isso? Claro que sim. Esse é o ponto principal: nós estamos puxando novamente nesta direção. Queremos ensinar o criacionismo científico e não o religioso. A dificuldade maior, portanto, está sendo desassociar a idéia de que criacionismo é religião”, lembrou.

Por João Neto – www.guiame.com.br


Resenha da Gravação DDG Experience

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O tão aguardado show de gravação do DVD, DDG Experience, da banda Oficina G3 ocorreu na cidade de Santa Bárbara d´Oeste, interior de São Paulo, na Usina Santa Bárbara. O evento teve inicio as 19h30 do sábado dia 25/07, e terminou na madrugada de domingo 26/07 as 04h00.

A começar do local, percebe-se todo o cuidado e dedicação da banda e da produção para a realização desse projeto. A escolha da usina, hoje abandonada, deu o clima ideal para o evento. Som e iluminação de primeira linha, um arsenal de câmeras e efeitos que sem duvida resultará em um DVD incrível!

A gravação teve direção de Hugo Pessoa e foi dividida em duas sessões do mesmo show. No intervalo entre uma sessão e outra, tive a felicidade de ter uma agradável conversa por alguns minutos com o cantor Leonardo Gonçalves que estava muito empolgado por poder prestigiar os amigos do Oficina G3. Outros nomes conhecidos da música também estiveram no evento.

O SHOW

As luzes se apagam, a introdução do disco começa a tocar na Usina. Entram no palco, na seqüência, os músicos Alexandre Aposan (bateria), Celso Machado (guitarra) e após alguns segundos a banda Oficina G3: Duca Tambasco (baixo), Juninho Afram (guitarra), Jean Carllos (teclado) e Mauro Henrique (vocal). Tem início o DDG Experience!

?Meus Próprios Meios? e ?Meus Passos? – são as primeiras musicas do show. Muito peso, muito peso! A empolgação do publico se destaca juntamente com o vocal avassalador de Mauro Henrique e Duca Tambasco acrescentado mais peso no baixo. As duas primeiras músicas com características sonoras e líricas semelhantes foram tocadas como se fossem uma única faixa, a mensagem da letra de uma sendo complementada na outra, excelente! Em seguida ?Eu Sou? – onde a banda continuou demonstrando muito entrosamento, todos tocando com a mesma ?pegada?, destaque para Juninho Afram executando o solo de guitarra com muita precisão.

Após três músicas do disco ?Depois da Guerra?, tem início uma seqüência de músicas de discos anteriores. ?Até Quando? – Jean Carllos pega o microfone e o publico reage imediatamente sabendo o que viria pela frente: Muito peso nas vozes de Jean Carllos e Mauro Henrique! Destaque também para o solo de Duca Tambasco! ?Mais Alto? e ?Ver Acontecer? ? para a surpresa de muitos que não esperavam, as duas músicas ficaram incríveis! Nas duas músicas Juninho Afram dividiu os vocais com Mauro Henrique, e em ?Ver Acontecer?, Jean Carllos também participou dos vocais mais uma vez com muita personalidade acrescentando muito ao clima da música.

Voltam a ser tocadas as músicas do disco ?Depois da Guerra? – ?Obediência? ? execução perfeita da banda! As frases de teclado seguidas de convenções e um solo de guitarra de Juninho Afram que em seu final foi seguido pelo vocalista Mauro Henrique envolvendo o público cantando absurdamente bem a melodia final do solo de Afram demonstrando muito talento, uma das melhores músicas do show! ?Continuar?, ?A Ele? e ?Incondicional/Unconditional? ? três músicas que dão início ao momento de maior reflexão do show, contendo três lindos solos de guitarra e três lindas mensagens que preparam o público para a pregação excelente que viria a ser feita por Juninho Afram que pregou sobre a diferença entre acreditar e conhecer a Deus, convidando por fim muitos a conhecerem a Deus em verdade e não por religiosidade ou costumes.

?Tua Mão?, ?De Joelhos?, ?Better? e ?People Get Ready? ? seguem quatro músicas do disco ?Depois da Guerra?, sendo duas leves e duas pesadas. Momento de equilíbrio entre peso e lindas mensagens. ?Muros? ? sonoridade forte e mensagem impactante, uma das músicas mais elaboradas do disco ?Depois da Guerra?, instrumental perfeito!

?De Olhos Fechados? ? Juninho Afram convida o público a cantar a melodia que em breve tocaria em sua guitarra. Música que apesar de não ser do disco ?Depois da Guerra? parece ter sido feita para o vocal de Mauro Henrique que se adaptou incrivelmente a ela! ?Depois da Guerra? ? a música tema do disco terminaria o show, com uma mensagem muito importante para os dias atuais, mas uma surpresa ainda estaria por vir? No final do show a banda surpreende a todos e executa o refrão histórico de ?God Gave Rock n´Roll to You?, música gravada por Petra, Bride e até mesmo a banda secular KISS, já executou uma versão da mesma. A banda Oficina G3 encerra o que possivelmente é até agora o show mais rock n´roll de toda a sua carreira cantando e registrando em som e imagem que Deus é o pai do rock!

Esperem por um DVD histórico.

Texto de Mathinho, retirado de http://noticias.gospelmais.com.br/

Fotografia: Rejane Wolff


Mob de Leitura: Livros e Pessoas

Baseado na frase de Mário Quintana: Livros não mudam o mundo. Quem muda o mundo são as pessoas. Livros só mudam pessoas., existe o blog “Livros e Pessoas“.

A mobilização (ideia de Sérgio Pavarini) tem agitado muitos blogueiros cristãos e não-cristãos de todo o Brasil. A iniciativa é super importante, visto que o brasileiro lê, em média, somente 4,7 livros por ano*.

Galera, nós como jovens, precisamos adquirir o hábito da leitura. Ler amplia nosso conhecimento linguístico e cultural. Ler amplia nossos horizontes. Abre nossa mente. Alimenta nossa inteligência. Não nos deixa parados no tempo. Lapida nossas opiniões. Transforma nossas mentes e corações.

Tá. Mas e aí? Como conseguir adquirir a vontade de ler… e, consequentemente, o hábito da leitura?

A mobilização do blog “Livros e Pessoas” é muito legal pra quem tá procurando estímulo para ler! Funciona mais ou menos assim: você manda a lista de todos os livros que leu no ano de 2009 (mesmo que tenha sido só um livro) para livrosepessoas@gmail.com. Assim que você manda o e-mail, você já pode ser moderador e compartilhar trechos do que tem lido.
Desta maneira, você pode despertar curiosidade nas pessoas para lerem o que você está lendo, além de você também ser despertado a ler aquilo que elas estão lendo.

Para saber mais, leia a entrevista que Sergio Pavarini deu ao blog “Penso logo é Cristo” e se junte a centenas de pessoas que utilizaram desta ideia para ter mais interesse na leitura de bons livros, conhecer novos livros, compartilhar pensamentos e estimular o próximo à leitura.


Entrevista com Marcelo Cartaxo

Pessoal, o “Espaço Cultural” de hoje é com o jornalista/empresário Marcelo Cartaxo. Ele vai estar conosco neste sábado, compartilhando a Palavra e suas experiências pessoais. Um ótimo exemplo de cristão que usa seus talentos para o crescimento do Reino, além de ter uma vida totalmente prostrada a Deus (em todas as áreas – matrimonial, financeira, espiritual, pessoal).

Marcelo, qual a sua idade?
35 anos.

O que você faz?
Apesar de ser formado em jornalismo e ter feito uma pós-graduação em marketing e propaganda, hoje sou empresário de confecção.

E como foi isso?
Ainda na faculdade, em meio a vários estágios em assessorias de imprensa e no Diário de Pernambuco, comecei a trabalhar também num recém-criado e pequeno (apenas 8 páginas) jornal especializado em surf, chamado The Surf Press. Como era surfista e ex-competidor, me identifiquei muito com o projeto. Mais tarde firmei sociedade e entrei de cabeça na publicação, escrevendo matérias, diagramando, editando e viajando muito. Em poucos anos, passamos a fazer um jornal mensal (que depois virou uma revista), de mais de 100 páginas, que circulava em todo Brasil. Após oito anos de muito trampo e 95 edições impressas, fechamos o veículo, em meados de 2001, em virtude de uma forte crise financeira nacional, que abalou o mercado do surf como um todo.

Como entrou então o lance da confecção?
Bem, o The Surf Press era bancado pelas propagandas, que, em sua grande maioria, eram de conceituadas marcas do setor como Quiksilver, Billabong, Reef, Rip Curl, entre outras. Como vivenciamos esse “universo? de confecções, sempre alimentamos (eu e meus sócios, os também jornalistas Helio e Beatriz Coutinho) o desejo de criar uma marca de roupas própria, que transmitisse todo o real feelling do surf. Daí surgiu, em janeiro de 2002, a MENTOR. Em sete anos de muita luta, aos poucos a marca vai conquistando seu espaço. Atualmente oferecemos ao público boardshorts, camisas, regatas, bonés e acessórios da MENTOR, em duas lojas de fábrica (Parnamirim e Boa Viagem), além de revendermos para mais de 30 lojas multimarcas no Grande Recife.

Ser cristão no meio empresarial é difícil?
É tão difícil como em qualquer outra área. Aliás, em qualquer trabalho o agir de Deus através da gente sempre será mais complicado, se não consagrarmos essa nossa área da vida a Ele. Nossa profissão é uma oportunidade de termos nosso sustento sim, mas, sobretudo, uma grande chance e um instigante desafio de levarmos a Palavra, o testemunho e a ética cristã àqueles que estão ao nosso redor. Pessoas as quais os pastores das igrejas talvez nunca possam alcançar, mas que cada um, que encara a profissão como um chamado, talvez tenha possibilidade. Não estou falando apenas de pregar, quando houver chance, para fornecedores, clientes ou pessoas do trabalho, mas tentar agir em conformidade com a Bíblia em pontos fundamentais como: ser verdadeiro no trato comercial, transparente com todos, justo com a equipe de trabalho, íntegro e não se deixar corromper pelo ?jeitinho brasileiro? de levar vantagem em tudo. Agir corretamente e com honestidade (creditando sempre a glória a Deus), acredite, impacta as pessoas nesse mundo de valores completamente invertidos em que vivemos.

A MENTOR, apóia eventos ou ministérios de igrejas, não é verdade?
Isso. Deus é incrível! A MENTOR surgiu na época em que nos (eu e meus sócios) convertemos. Daí o nome da marca ser uma homenagem ao maior de todos os mentores: Deus – aquele que nos orienta, direciona e dirige nossos passos. Portanto, nossa intenção é empreender uma ?empresa com propósitos?, e alinhar a visão da marca com a visão de Deus para ela. Para qualquer pessoa é muito pouco como expectativa ou missão de vida fazer do seu trabalho apenas o meio de subsistência. Mas o Senhor tem nos inquietado para levarmos, mesmo com nossas limitações, o amor Dele e o poder transformador do evangelho à juventude, que está se acabando com os prazeres passageiros e mentirosos desse mundão louco. Nosso versículo/base é: ?Como um jovem poderá conservar puro o ser caminho? Observando a Palavra de Deus? (Salmo 119:9). Uma das mensagens da MENTOR diz, em síntese, que o jovem pode ter atitude, ser radical, ousado e cristão ao mesmo tempo, vivendo a maior de toda adrenalina: o caminhar com Cristo. Daí sermos parceiros de movimentos de juventude de diversas denominações, de evangelismos de impacto, da Missão Surfistas de Cristo e agora também do Plano B e de seu maravilhoso trabalho.

Quais os pontos negativos e positivos de ser empresário?
O negativo é que quem é dono tem que vivenciar o negócio 24h por dia e se envolver em todas as áreas da empresa. Às vezes é meio desgastante. Além disso, a pessoa tem que estar disposta a correr riscos. Sou empresário a mais de 15 anos. Já passei muitos altos e baixos financeiros, emocionais e até de falta de fé mesmo. Para começar a MENTOR, vendi meu carro, coloquei minhas economias na empresa e voltei a andar de ônibus, sem um Real no bolso. Férias de 30 dias e 13º salário é outra coisa que é difícil para quem é dono. Sobre os pontos positivos, eis alguns: você está sempre estudando os caminhos que seu negócio tomará; Apesar de trabalhar bem mais, há uma flexibilidade de horário, quando necessário; O sonho de um negócio que é ?a sua cara? pode se transformar em realidade; e existe uma gama de possibilidades, pois hoje você pode empreender em diversos segmentos profissionais.

Você encorajaria algum jovem a seguir a mesma carreira que você?
Sim. Pesquisas mostram que a vocação empreendedora está arraigada na maioria dos brasileiros. É importante alguns pontos como estudar, repensar e analisar o negócio constantemente. Observar sempre o que a concorrência faz. Saber a real viabilidade do que se pretende montar (informação, simulação e cálculos nunca são demais). Se possível, fazer cursos especializados em marketing, para dar uma amplitude mercadológica (há boas opções no SEBRAE, nos MBAs e tem também o Empretec). E, acima de tudo, orar para saber a direção de Deus para sua vida profissional. Já quebrei e ainda quebro muito a cara com isso, pois tomei muitas decisões sem consultar a Deus. Impulsividade e independência de Deus não combinam, em definitivo, com empreendedorismo.


Entrevista com Leopoldo Teixeira


Quem é você?

- Me chamo Leopoldo Teixeira, sou conhecido como Leo.. e tenho 23 anos :)

O que você faz?
- Faço Mestrado em Ciência da Computação na UFPE e participo de um projeto de pesquisa do Centro de Informática (CIn/UFPE) com a Motorola.

Como você descobriu o que gostaria de fazer para o resto da vida?

- Sempre gostei de matemática e assim que entrei em contato com o mundo dos computadores, vi que era com isso que eu queria trabalhar.

Como você pode ajudar o mundo atuando nessa área?
- Eu vejo a computação como meio facilitador, automatizando tarefas repetitivas, simplificando tarefas complexas e tornando nossa vida mais fácil. Apesar de que concordo que muitas vezes os sistemas que usamos não caminham muito bem neste sentido. :P

Você já foi usado por Deus no seu meio de trabalho? Conte-me um pouco.
- Sim, já tive a oportunidade de compartilhar com colegas sobre a minha fé, levá-los à igreja e à acampamentos. Também tive a oportunidade de fazer projetos com base em necessidades da igreja, durante o curso cheguei a fazer um sistema para cursilhos e a minha monografia foi um sistema para gerenciamento de igrejas.

Você teve que se dedicar bastante na faculdade?
- Bastante. O curso foi (aliás, é!) bem puxado. Sempre tem aquelas cadeiras que você não gosta, também, que dão um trabalho um pouco maior. Mas a satisfação de, às 4h48 da madrugada, finalmente ver aquele programinha funcionando, não tem preço. =)

Foi fácil começar a trabalhar em sua área?
- Sim. Quando eu ainda estava por volta da 7a e 8a série, comecei a aprender a programar, o que já me deu uma boa base para aprender outras tecnologias por conta própria. Antes mesmo de entrar na faculdade eu já desenvolvia websites como autônomo. Além disso, o mercado ainda tem uma boa demanda por profissionais e Recife é um pólo importante de tecnologia, por conta, principalmente, dos cursos de alta qualidade e do Porto Digital.

Diga-me pontos positivos e pontos negativos sobre sua profissão.
- Como ponto positivo e negativo, a profissão é muito centrada em tecnologias. Então, se você gosta de ficar por dentro das novidades tecnológicas, vai estar sempre em contato com o que há de mais avançado. Mas constantemente temos que ler e aprender sobre novas tecnologias, que substituem aquelas que acabamos de aprender!
Outro ponto positivo é que computação é uma coisa bem ampla, então você tem a possibilidade de não apenas trabalhar em diversas áreas (ex.: programação, testes, análise e projeto, gerenciamento de projetos…), como também em diversos segmentos de mercado, como jogos, software para celulares, sistemas médicos, etc.
Um ponto negativo que merece ser citado é que tem que tomar cuidado com a saúde, você pode facilmente ter problemas nos tendões, ombros, ficar corcunda, se tornar um viciado em café ou perder muito tempo no computador, quando deveria estar fazendo uma outra atividade, como dormir (é bom de vez em quando!). É sério! =)

Você encorajaria algum jovem a seguir a mesma carreira que você? Quais as dicas que você daria para este jovem?

- Com certeza. Esta é uma profissão em que há um alto grau de satisfação, quando você gosta do que faz. Em relação a dicas, primeiramente eu diria que não é necessário saber programar antes de começar o curso (tem gente que termina o curso sem saber! hehe), mas se gostar bastante de lógica e matemática, isso facilitará a sua vida. O inglês é essencial, não conta como ponto extra, hoje em dia tem que saber ler e se comunicar bem, principalmente no mundo globalizado em que vivemos. Durante o curso, leia bastante sobre a área, participe de listas de discussão e se possível, faça iniciação científica e participe de iniciativas como:
Google Summer of Code – http://code.google.com/soc
Imagine Cup – http://imaginecup.com
Maratona de Programação – http://maratona.ime.usp.br
Caso queira saber mais sobre a área, entre em contato comigo! Espero poder ajudar.

Entrevistado por: Derik Maia
19/03/09

Entrevista com Bruna Guedes


A Bruna é jovem assim como você. Ela é recifense, porém mora há muitos anos em Fortaleza. Ela é super criativa, determinada e bastante perfeccionista com suas coisas. Sempre se dedicou inteiramente a tudo o que fez, quer seja na igreja, quer seja em sua carreira profissional. Ela optou pelo estilismo, e hoje ela já está formada e atua na área. Ficou curioso? Então dá uma olhadinha na entrevista!

Oi Bruna… quantos anos você tem?
22 anos

O que você faz atualmente?
Sou Estilista (parece chick hein? risos…) Trabalho em uma empresa de confecção onde sou responsável pela criação e desenvolvimento dos produtos. Também cuido da produção de moda dos catálogos e de todas as ações ligadas ao estilo da empresa.

Você se sente feliz com sua profissão?
Me sinto sim! Agora que consegui me formar e que já tenho um emprego, me sinto ainda mais empolgada!

Como foi que você descobriu que queria fazer estilismo? Quando você entrou na faculdade, se sentia segura de que era isso mesmo?
Minha família já tem um histórico no meio das artes… então eu não sofri preconceitos com relação à isso em casa…
Sempre me incentivaram a fazer o que eu gosto! E sabendo que eu me identificava com arte, resolvi tentar a moda.
Mesmo com o apoio da minha família e amigos, durante o curso tive muitas crises, fiquei na dúvida se era isso que eu queria… mas hoje, vejo que essa confusão é super natural em qualquer curso.

E o período de faculdade? Como foi? Quais foram as dificuldades que você encontrou lá?
Quando eu comecei a faculdade, ?fazer moda? ainda não era a febre que é hoje! Então as próprias pessoas do curso tinham preconceito em relação aos profissionais que nos tornaríamos. Neste ponto a minha família me ajudou bastante. Meus pais e irmãs sempre me incentivaram a continuar fazendo o que eu realmente gostava com dedicação sem ficar me preocupando como seria meu futuro profissional.
Hoje eu percebo como foi bom passar por todas as etapas de maneira natural… eu estudei, estagiei e hoje tenho um trabalho (que é presente de Deus pra mim) sendo apenas recém formada!!

Dizem que o meio ?fashion? é um meio bastante obscuro… que rola muita coisa pesada… Você já pôde ser usada por Deus na faculdade ou no seu emprego? Conte-me um pouco.
O meio fashion é meio obscuro, no sentido de que muita coisa colabora para que os valores de Jesus pareçam bobos. Desta forma, a gente tem que permitir que Deus nos use através de coisas simples. Na faculdade, tive uma experiência marcante em relação a uma grande amiga. Passávamos muito tempo juntas, então sempre conversávamos bastante a respeito de tudo! Ela sabia no que eu acreditava, mas parecia que ela não entendia, de fato. E eu orava muito a Deus pra que ela entendesse, mas quando eu achava que ela estava perto, era como se ela caísse lá do alto e não entendesse mais nada outra vez. Era muito desestimulante, mas Deus me ensinou a não desistir… No nosso último ano de facu, ela me ligou um dia chorando e dizendo que tudo que eu dizia pra ela fazia sentido agora. Que ela não podia ser o centro da vida dela… mas que Jesus deveria ser.
Essa é uma experiência (e uma amizade) que ficará comigo para sempre.
Sempre que me lembro disso, vejo a misericórdia de Deus para comigo… porque eu não sou perfeita (mesmo!), mas mesmo assim ele pode me usar para alcançar outra pessoa.

Diga-me alguns pontos positivos e negativos de seguir carreira de estilista.
O mundinho da moda pode ser muito ruim. A gente tem que conviver com a valorização excessiva da aparência e do consumo, sem falar nas pessoas que se acham super originais, sendo na verdade, símbolos de um vazio.
Por outro lado, existe neste ambiente uma grande oportunidade de mostrar para os outros o real sentido de vida, baseando-se nos valores eternos. E esse é o maior desafio de todos nós (independente da área em que atua).
Ser estilista é muito prazeroso porque você pode usar sua imaginação e criatividade quase que o tempo todo! Você trabalha muito…. mas também se diverte! Pelo menos funciona assim comigo.
Dependendo da área que você atuar, dá pra ganhar muito bem! Mas geralmente não se paga taaanto assim, principalmente para aqueles que estão começando (risos)!!!

O que você aconselharia pra um adolescente/jovem que está pensando em seguir essa carreira? Quais as decisões que ele deve tomar?
Bem, se você tem alguma simpatia por esta área, aconselho você a procurar descobrir o que te motiva a trabalhar o resto da sua vida com moda. Pesquise sobre o que um estilista faz, quais os rumos que ele pode seguir (acredite! Não é só ficar desenhando roupinhas, rs!)… enfim, pesquise o máximo que você puder e fale com pessoas que trabalham com isso. (Estou à disposição: brunallg@yahoo.com.br) E não se preocupe se você não sabe desenhar ou costurar, porque essas coisas a gente aprende com o tempo.


Entrevista com Ivan Rocha

Galera, quem participou dessa semana no “Espaço Cultural” com a gente, foi o Ivan. Ele é advogado e está se dando super bem em sua área. Ele compartilhou conosco algumas coisas a respeito de sua carreira.
O Ivan já foi jovem como você e teve que tomar algumas decisões que definiram a sua vida profissional.
Quer saber mais? Então lê aí embaixo!

Como você se chama?
Ivan Barreto de Lima Rocha.

Qual sua idade?
29 anos.

O que você faz?
Sou Advogado especialista em direito empresarial, direito do terceiro setor e direito desportivo (atualmente advogado do Clube Náutico).

Como você descobriu que gostaria de ser pro resto da vida?
Estagiando!!!

Como você pode ajudar o mundo sendo advogado?
Baseando-me em Ester 4:14, posso afirmar que: Quem sabe não foi para atuar em casos específicos, que Deus me trouxe até aqui…

Você já foi usado por Deus no seu meio de trabalho? Conte-me um pouco.
Sim. Eu tenho tido a oportunidade de advogar defendendo causas humanitárias ou defendendo irmãos que, de outra forma não poderiam pagar suas demandas.
Você teve que se dedicar bastante na faculdade?
Sim, embora o estágio sempre tenha me motivado mais, porque sou uma pessoa pragmática (alguém que gosta mais da prática do que da teoria; uma pessoa prática).

Foi fácil começar a trabalhar em sua área?
Sim… pra mim foi, pois meu pai é advogado, mas sei que normalmente não é fácil.

Diga-me pontos negativos e positivos da sua profissão.
NEGATIVO- Você tem que lidar com pessoas e causas que você normalmente não gostaria de conhecer, saber ou participar.
POSITIVO- Você tem oportunidade de mudar alguma coisa ou contribuir para promoção da justiça.

Você encorajaria algum jovem a seguir a mesma carreira que você?
Com certeza.

Qual a dica que você daria pra alguém que quer ser advogado?
Estude, mas não deixe de conhecer a parte prática.